Um paciente com lombalgia combinou dez sessões: segundas, quartas e sextas, às 18h. Na terceira semana, avisa na sexta de manhã que não vai. Ninguém ocupa o horário, a recuperação atrasa, e o fisioterapeuta fica com uma hora ociosa que não volta.
Em fisioterapia, a agenda é diferente da de uma consulta avulsa. São séries de sessões, com encaixe de horários fixos e muita remarcação. É um volume de mensagens pequeno por paciente, mas constante, e o WhatsApp é onde tudo acontece.
O que um chatbot para clínica de fisioterapia faz
Remarca sem ir e voltar. O paciente avisa que não pode quinta e o atendimento mostra os horários livres da semana. Em vez de dez mensagens trocadas com a recepção, uma conversa resolve.
Confirma a sessão. A confirmação antes do horário descobre cedo quem vai faltar. Se o horário ficar livre com antecedência, existe chance de oferecer a outro paciente.
Responde o que se repete. Convênios aceitos, valor da sessão particular, se atende domiciliar, o que levar na primeira sessão.
Chama uma pessoa quando precisa. Paciente com dor que piorou, dúvida sobre exercício, queixa sobre o tratamento: tudo isso vai para a equipe, que acompanha as conversas ao vivo.
O limite que importa
O atendimento cuida da logística. Conduta, exercício e evolução são do fisioterapeuta. O nexclinica é configurado para não orientar tratamento nem prometer resultado, e para entregar a conversa a uma pessoa quando ela escapa do combinado.
Para o fisioterapeuta autônomo e para a clínica com vários profissionais
Quem atende sozinho costuma responder mensagem entre uma sessão e outra, com a mão ocupada. Quem tem equipe costuma ter uma recepção que concentra todos os horários de todos os profissionais, e a chance de erro cresce. Nos dois casos, o ganho é o mesmo: menos tempo no celular, agenda mais previsível.
Se o seu maior problema é a falta, leia Faltas: o rombo silencioso da agenda.
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